Cinco motivos para não perder a exposição Eu Lago sou – Mário Lago, um homem do século XX, que estará em cartaz no Arquivo Nacional a partir da próxima terça-feira, dia 30 de março:
1. Primeiro, pela atuação política de Mário Lago, que estará representada numa cela no subsolo do Arquivo Nacional que terá as paredes forradas com páginas e fotos do vasto prontuário de nosso homenageado. Foram sete prisões, de 1932 a 69…
2. Nesta masmorra, a trilha sonora será o hino composto por Mário para ser cantado pelos companheiros de cela no Dops, presos com ele após o Golpe de 1º de abril de 1964, gravado especialmente – pela primeira vez – para a exposição.
3. Também no subsolo, será exibido ininterruptamente o curta-documentário Eu Lago sou, que conta a vida múltipla de nosso homenageado, com trechos de entrevistas, belas imagens do Rio Antigo e ótimas histórias de samba e boemia.
4. Já ouviu alguma coisa da antiga Rádio Nacional? Não?! Pois na exposição você poderá ouvir trechos de programas em que Mário Lago trabalhou escrevendo e/ou atuando, como a novela Presídio de mulheres (1951 a 55) e o quadro humorístico Neguinho e Juracy.
5. Os principais sucessos de Mário Lago estarão poderão ser vistos na parede, relidos por craques do traço (charge e ilustração) como Ziraldo, Paulo Villela e os irmãos Chico e Paulo Caruso.
A curadoria é do poeta e produtor Mário Lago Filho e a coordenação geral da exposição, de Mariana Marinho. A direção de arte é assinada por Beto Herriot.
O Arquivo Nacional fica na Praça da República, nº 173 (Centro do Rio), e está aberto a visitas de segunda a sexta, das 10h às 18h. A entrada é franca.

















